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domingo

ORAÇÃO PELAS ALMAS


ORAÇÃO PELAS ALMAS


ORAÇÃO PELAS ALMAS


O meu Deus, pelas Vossas Santas Chagas, abertas ainda hoje pela salvação das almas, por esta espada que se introduz ainda no coração imaculado de Maria, nós Vos pedimos, com todo o nosso coração, que salveis as almas que sofrem ainda no Santo Purgatório. Senhor, curai-as, abençoai-as, a fim de que elas renasçam, pelo Vosso perdão, para saborearem para sempre a suavidade do Vosso amor infinito, nas alegrias eternas do Vosso Santo Reino glorioso. Amém!






PELAS ALMAS








PELAS ALMAS 


Ó Deus de bondade e misericórdia, tende piedade das benditas almas dos fiéis que padecem no purgatório. Abreviai as sua suas penas, dai-lhes o descanso eterno e fazei nascer para elas a perpétua luz. Amém!




sexta-feira

PURGATÓRIO

PURGATÓRIO



OS  CATÓLICOS ACREDITAM NA EXISTÊNCIA DO PURGATÓRIO, MAS A BÍBLIA  NÃO FALA DELE!


RESPOSTA: É verdade que na Bíblia não se encontra a palavra "purgatório," como também não achamos nela as palavras de "sacramento da Confissão," da "Eucaristia" e do "Crisma." No entanto a Bíblia descreve situações, estados ou lugares que se identificam com a ideia de purgatório.

EM (II MACABEUS 12, 43-46) Lemos: "Judas, tendo feito uma coleta, mandou duas mil dracmas de prata a Jerusalém, PARA SE OFERECER UM SACRIFÍCIO PELO PECADO. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição [...] Santo e salutar pensamento de ORAR PELOS MORTOS. Eis porque ele ofereceu um SACRIFÍCIO EXPIATÓRIO PELOS DEFUNTOS, PARA QUE FOSSEM LIVRES DE SEUS PECADOS ." Ora, ser livre de seus pecados, depois da morte, pelo sacrifício expiatório, indica claramente a EXISTÊNCIA DO PURGATÓRIO.

Alguns biblistas percebem a confirmação do purgatório nas palavras de Jesus em ( MATEUS 5, 25-26): "Põe-te depressa de acordo com o teu adversário, enquanto estás ainda em caminho (da vida) com ele; a fim de que teu adversário não te entregue ao juiz, só guarda, e SEJAS METIDO NA PRISÃO. Em verdade te digo: NÃO SAIRÁS DE LÁ, ENQUANTO NÃO PAGARES ATÉ O ÚLTIMO CENTAVO." É claro, que Jesus fala do JUSTO JUÍZO DIVINO, DEPOIS DA MORTE. Ora, SAIR DESTA PRISÃO DEPOIS DA MORTE, depois de ter pago o último centavo, (seja pelo sofrimento próprio, seja pelas orações e expiações dos vivos,) PODE ACONTECER SÓ NO PURGATÓRIO.

Outra alusão à existência do purgatório encontramos em ( 1 Coríntios 3, 12): "[...] Aquele, cuja obra (de ouro, prata, pedras preciosas) sobre o alicerce resistir, esse receberá a sua paga, aquele, pelo contrário, CUJA OBRA, de madeira, feno, ou palha, FOR QUEIMADA, esse há de sofre o prejuízo; ELE PRÓPRIO, PORÉM, PODERÁ SALVAR-SE, MAS COMO QUE ATRAVÉS DO FOGO." Também aqui a Tradição Apostólica entendia fogo do purgatório.






domingo

JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA





 JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA



JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA


(Cat, §631): "Jesus desceu às profundezas da terra. Aquele que desceu é também aquele que subiu." (Efésios 4, 9-10). O Símbolo dos Apóstolos e sua Ressurreição dos mortos no terceiro dia, porque em sua Páscoa é do fundo da morte que ele fez jorrar a vida: Cristo, teu Filho, que, retornado dos Infernos, brilhou sereno para o gênero humano, e vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém. CRISTO DESCEU AOS INFERNOS (Cat, §632): As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus "ressuscitou dentre os mortos." (1 Coríntios 15, 20). pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados.

 (Cat, §633): A Escritura denomina a Morada dos Mortos, para a qual Cristo morto desceu, de os Infernos, o sheol ou o Hades, visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos, maus ou justos, a espera do Redentor - o que não significa que a sorte deles seja idêntica, como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no "seio de Abraão." São precisamente essas almas santas, que esperavam seu Libertador no seio de Abraão, que Jesus libertou ao descer aos Infernos. Jesus não desceu aos Infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para liberta os justos que o haviam precedido. 

(Cat, §634): "A Boa-Nova foi igualmente anunciado aos mortos [...]" (1 Pedro 4, 6). A descida aos Infernos é o cumprimento, até sua plenitude, do anúncio evangélico da salvação. É a fase última da missão messiânica de Jesus, fase condensada no tempo, mas imensamente vasta em significação real de extensão da obra redentora a todos os homens de todas os tempos e de todos os lugares, pois todos os que são salvos se tornaram participantes da Redenção. Cristo desceu, portanto, no seio da terra, a fim de que "os mortos ouçam a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem vivam." (João 5, 25). 

Jesus, "o Príncipe da vida, destruiu pela morte o dominador da morte, isto é, o Diabo, e libertou os que passaram toda a vida em estado de servidão, pelo temor da morte." (Hebreus 2, 14-15). A partir de agora, Cristo ressuscitado "detém a chave da morte e Hades" (Apocalipse 1, 18), e "ao  nome de Jesus todo joelho se dobra no Céu, na Terra e nos Infernos." (Filipenses 2, 10). Um grande silêncio reina hoje na terra, um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o Rei dorme. A terra tremeu e acalmou-se porque Deus adormeceu na carne e foi acordar os que dormiam desde séculos [...] Ele vai procurar Adão, nosso primeiro Pai, a ovelha perdida. Que ir visitar todos os que se assentaram  nas trevas e à sombra da morte. Vai libertar de sua dores aqueles dos quais é filho. Levanta-te, tu que dormes, pois não te criei para que fiques  prisioneiro do Inferno. Levanta-te dentre os mortos, eu sou a Vida dos mortos.

 (Cat, §636): NA EXPRESSÃO "JESUS DESCEU À MANSÃO DOS MORTOS," O SÍMBOLO CONFESSA QUE JESUS MORREU REALMENTE E QUE, POR SUA MORTE POR NÓS, VENCEU A MORTE E O DIABO, "O DOMINADOR DA MORTE." (Hebreus 2, 14). (Cat, §637): O CRISTO MORTO, EM SUA ALMA UNIDA À SUA PESSOA DIVINA, DESCEU À MORADA DOS MORTOS. ABRIU AS PORTAS DO CÉU AOS JUSTOS QUE O HAVIAM PRECEDIDO.







sexta-feira

Museu das almas do Purgatório: os sinai do além deixados por almas que padecem para se purificar






Museu das almas do Purgatório : os sinais do 

além deixados por almas que padecem para se 

purificar







 Pe. Domenico Santangini, pároco da igreja do Sagrado Coração 

do Sufrágio e curador do Museu das Almas do Purgatório:



– Pe. Domenico Santangini: Aqui, em 1895, não havia nada, apenas uma capela em 

volta; não havia nada.

Em 1897 houve um incêndio fortuito e, quando o incêndio foi apagado, uma imagem 

misteriosa ficou impressa na parede da capela.(foto ao lado) [ABAIXO] 






Museu das almas do Purgatório






Agora lhe faço ver exatamente o original. É a imagem de um homem que sofre, pelo 
que o Pe. Victor Jouët (N.T.: 1839-1912, missionário do Sagrado Coração, de 
Issoudun, França), capelão que cuidava desta igrejinha e devoto das almas do Purgatório, entendeu:

“Este é um sinal dessas almas que querem uma igreja dedicada às suas intenções”

Então, quando a notícia se espalhou pela região, segundo as crônicas, houve um afluxo de gente durante oito dias, de milhares de pessoas para verem este fenômeno.

Então, o Pe. Jouët teve a ideia de construir neste local uma igreja dedicada ao Sagrado Coração do Sufrágio. Quer dizer, do sufrágio das almas do Purgatório.




Museu das almas do Purgatório



                         Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio





  E o Pe. Jouët era um engenheiro que se tornara padre. O que é que ele fez?

Fez a planta de uma igreja gótica, porque a área era reduzida. Encomendou trabalhos para poder erigir esta igreja. Mas não havia recursos.

Pediu ajuda ao Papa, e então o Papa Leão XIII aprovou e deu uma ajuda.

Mas ele próprio foi na França ver sua família em Marselha, que era uma família de posses, e ali recebeu também ajudas. E assim o prédio da igreja foi subindo.

Durante esta construção, que durou até 1912, como ele era devoto das almas do Purgatório, foi viajando pela Europa para buscar testemunhos que dissessem a verdade sobre o grande mistério do Purgatório.

– Pe. Domenico Santangini: Entramos no pequeno Museu do Purgatório. Mostrar-lhes-emos todos os testemunhos reunidos pelo Pe. Jouët, o fundador desta igreja e deste museu.

Esta é a foto reproduzindo a imagem misteriosa da capela, que foi ampliada, e mostra o olhar de um homem complicado com o pecado.





Museu das almas do Purgatório






Avental de Sóror Margarida Maria Herendorps, beneditina de Winnenberg, Alemanha.

Esta imagem é posterior ao incêndio de 1897. Ela dá uma clara impressão e faz entender o que é uma alma em pena, uma alma que sofre o afastamento de Deus.

Estamos diante do 4º testemunho, que nos faz ver um fac-símile fotográfico de uma marca de fogo deixada no avental de Sóror Margarida Maria Herendorps, religiosa do mosteiro beneditino de Winnenberg, na Alemanha.

Aqui temos a mão da Irmã [N.T.: Clara Schoelers], que morreu de peste em 1637.

Embaixo temos a marca deixada pela mesma freira sobre uma faixa de pano azul.

Depois passamos para a foto número 5 (na foto: 7d).

É uma fotografia da marca deixada pela defunta senhora Leleux, que nos fala disto: o filho teve a visão da mãe, falecida 27 anos antes.



Museu das almas do Purgatório





Marca deixada pela defunta senhora Leleux na camisa do filho

E este homem ficou atormentado por muitas dúvidas a ponto de ficar doente.

E a mãe lhe apareceu e lembrou a este jovem a obrigação de ir a Missa aos domingos e de trabalhar um pouco pela igreja.

Como prova disso, pôs-lhe a mão sobre a camisa, deixando esta marca visibilíssima e pediu-lhe para voltar a ser um bom cristão.

A imagem nº 8 (embaixo) nos apresenta a marca deixada sobre um livro que pertenceu a Margarida Demmerlé, da paróquia de Ellinghen.

A defunta aparecia com as vestimentas da região. Descia pela escada do celeiro gemendo e olhando com tristeza para a nora, como pedindo alguma coisa.

Margarida Demmerlé, numa aparição subsequente, lhe dirigiu a palavra e obteve esta resposta:

“Eu sou tua sogra, falecida de parto há 30 anos. Vai em peregrinação ao santuário de Nossa Senhora de Mariental e ali faz celebrar duas Santas Missas por mim”.

Depois da peregrinação, a aparição se mostrou de novo para anunciar a Margarida sua libertação do Purgatório.



Museu das almas do Purgatório






Uma das 3 marcas deixadas pelo abade Panzini.

E a nora, por conselho do pároco, lhe pediu um sinal.

Pousando a mão sobre a “Imitação de Cristo”, deixou então o sinal da queimadura, e depois não apareceu mais.

Aqui temos a marca nº 6. Marca de fogo deixada por um dedo da religiosa Sóror Maria de São Luiz Gonzaga entre o 5 e 6 de junho de 1894.

A relação do fato conta como a referida Sóror Maria, que sofria de tuberculose havia dois anos, com fortes febres, tosse, asma e hemoptise, ficou vítima de desencorajamento e, portanto com vontade de morrer para não sofrer mais.

Mas, como era muito fervorosa, submeteu-se com calma à vontade de Deus.

Alguns dias depois, em 5 de junho 1894, expirou santamente e apareceu entre 5 e 6 de junho vestida como Clarissa, mas reconhecível.

A Sóror Margarita, que estava admirada, explicou que estava no Purgatório para expiar seu movimento de impaciência diante da vontade de Deus.

Pediu orações e sufrágios e, para atestar a realidade de sua aparição, pôs o dedo índice sobre a fronha do travesseiro e prometeu voltar.





Museu das almas do Purgatório






Uma das 3 marcas deixadas pelo abade Panzini.

Apareceu à mesma religiosa entre 20 e 25 de junho, para agradecer à Irmã e dar avisos espirituais à comunidade antes de voar para o Céu. Muito belo.

Marca sobre uma tabuleta antiga onde se escrevia [N.T.: deixada por frei Panzini, ex-abade da Ordem Beneditina Olivetana, em Mantova, no dia 1º de novembro de 1731].

A marca 7a é de uma mão esquerda na tabuleta sobre a qual escrevia a venerável Madre Abadessa [N.T.: Madre Isabella Fornari, Abadessa das Clarissas do mosteiro de São Francisco em Todi, Itália].

A segunda é da mesma mão esquerda sobre uma folha de papel e a outra é da mão direita sobre a manga da túnica.

Portanto, são três marcas de mão – duas da esquerda, é claro – para indicar a todos a importância e por que a freira queria deixar um testemunho de sua presença. Pedindo sempre, como muitas outras almas, orações pela sua alma.

Já o dissemos: são imagens, são testemunhos de uma realidade – a do Purgatório – fundamental para nós. Devemos procurar verdadeiramente ter uma devoção profundíssima pelas santas almas do Purgatório.




Museu das almas do Purgatório




São Lourenço libera almas do Purgatório. Lorenzo di Nicolò

Rezar por elas, fazer rezar Missas por elas, porque é o único modo de liberá-las dos sofrimentos do Purgatório. Sofrimento devido ao afastamento do Senhor.

Porque se nós fazemos entrar no Paraíso uma só alma do Purgatório, esta alma, uma vez dentro do Paraíso, terá para conosco um movimento de gratidão pelo dom recebido.

Eis por que resulta muito espontâneo crer na Comunhão dos Santos: os santos do Paraíso, os santos do Purgatório e nós aqui na Terra, Igreja militante que estamos caminhando rumo ao Paraíso e, infelizmente com frequência, passamos pelo Purgatório”.






quarta-feira

Visão do purgatório de Santa Catarina de Genova





 Visão do purgatório de Santa Catarina de Gênova






Visão do purgatório de Santa Catarina de Gênova





Tratado sobre o Purgatório

escrito por Santa Catarina de Gênova



A voz de Jesus se faz sentir no íntimo da minha alma com extrema clareza:

Quero que se ore por estas santas almas do Purgatório, porque o meu Coração divino arde de amor por elas. Desejo vivamente a liberação delas, para uni-las totalmente a mim.

E as penas por quanto terríveis possam ser, são sempre incomparavelmente leves em comparação à ofensa infinita que constitui o pecado.

O Purgatório é como uma prisão de luz e de fogo, constituído da Misericórdia divina: a alma deve purgar-se da pena do seu pecado para poder entrar na beatitude eterna.


Visão do Grande purgatório:

Vi com os olhos da alma um fogo que causava horror sem limite nem forma, que queimava sem nunca variar, em um silencio absoluto... Vi neste fogo milhões de pobres almas estreitas uma contra as outras, mas sem que pudessem se comunicar, senão aquele mesmo fogo. 

Este grande Purgatório é como o inferno, tirando-se a eternidade das penas e o ódio perante Deus e das outras almas, e a desesperação.

Se não me engano, vi que elas neste estado eram mais purificadas que consoladas, mais queimadas que iluminadas: é um estado terrível.


Visão do Médio Purgatório:

Vi, com os olhos da alma, um mar de fogo abrir-se na minha frente. Ele fazia rumor, imensas chamas claríssimas se reproduzem e se desfazem incessantemente.

 E aqui, milhões de almas estendem as mãos, submersas no fogo e nas chamas que se levantam com um força impetuosa.

  É como um movimento da alma, um início de caminho através do Céu, mas sem o mínimo desejo pessoal; é como um lançar interior que a leva ou a empurra à Deus. Veem certamente purificadas, através de muito sofrimento, mas também iluminadas, assim as consola e permite a elas de glorificar Deus não somente abandonando-se ao seu Puro Querer, mas assumindo uma quase iniciativa de agradecimento.


Frequentemente, depois do juízo particular, a alma vai no Grande Purgatório; ela fica como tonta e sem forças, porque para ela é a descoberta do pecado, da sua gravidade, dos seus efeitos, das suas implicações.

Neste período a alma é como se fosse paralisada: imóvel, ela contempla seja a justiça de Deus que se exercita nela, seja a Misericórdia de Deus que valeu a faze-la salva. 

Depois ela se coloca em movimento em direção a Deus, que a atrai, que a transporta através do seu amor infinito; é aqui que ela passa no Médio Purgatório.

No Médio Purgatório, a alma se afronta com o Amor, mas contempla este Amor infinito que a atrai. No Médio Purgatório, a alma sai de si mesma e descobre tudo aquilo que significa a sua participação à Igreja.


Visão da Entrada do Céu:

  É como o alto do Purgatório, um mundo de luz ardente e de paz. É o sofrimento do amor levado ao seu paroxismo, um padecimento de amor, o júbilo total, mais suave, unido ao sofrimento pior, o mais devastador.

É o reino do puro amor e do nu sofrimento; as almas seguem através da Jerusalém celeste, se apresentam na frente do Rei.

Elas ficam mais ou menos um longo tempo, mas nunca como no Grande e Médio Purgatório, porque a intensidade dos langores de amor da Entrada constitui uma rápida e ulterior purificação.

Escutei as almas cantarem: Me liberais da morte. Conservais os meus pés do tombo, para que eu caminhe à tua presença na luz dos viventes, oh Deus.

Obs: O Purgatório não é um lugar específico é uma estado da alma em purificação, aguardando entrar no céu, pois sabe que ainda não é digna de contemplar a pureza de Deus, pela consequência dos seus pecados ainda não purificados.

Devemos interpretar a visão dos santos, pois elas são sempre mais simbólicas que uma realidade de fato. Ninguém sabe como é o céu o purgatório ou o inferno. Só podemos conhecer essas realidades através de símbolos como o fogo, a luz, as sombras, etc.