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domingo

CONFISSÃO COMUNITÁRIA






CONFISSÃO COMUNITÁRIA


Alertamos a todos para os abusos e os desleixos cometidos em muitas localidades aonde os fiéis chegam a passar anos sem poderem participar de uma boa confissão feita a um sacerdote, porque se pratica ali apenas a chamada confissão comunitária, e absurdamente até feita por diáconos em certos lugares. A mesma carta acima, que obriga a manter nas igrejas e capelas o confessionário com grade fixa, também estabelece que este tipo de confissão, somente tem valor quando:

1°) seja iminente o perigo de morte, e não haja tempo para um ou mais sacerdotes poderem ouvir a confissão de cada um dos penitentes;

2°) haja grave necessidade, e não houver sacerdotes suficientes para, dentro de tempo razoável, ouvirem devidamente as confissão de cada um, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, fossem obrigados a permanecer durante muito tempo privados da graças sacramental e da sagrada comunhão; não se considera existir necessidade suficiente quando não possam estar presentes confessores bastantes somente por motivo de grande afluência de penitentes, como pode suceder nalguma grande festividade ou peregrinação.

Mesmo aassim, passado este perigo ou grave necessidade os fiéis se obrigam a procurar o sacerdote para a devida confissão sacramental. Nos casos fora daqueles estabelecidos pela Igreja, tais confissões tornam-se inválidas e os sacerdotes que descumprirem estas normas, assumem o grave ônus da culpa de todos os pecados não confessados.



TRAUMAS DE GERAÇÕES




 TRAUMAS DE GERAÇÕES


TRAUMAS DE GERAÇÕES


Muitas pessoas se perguntam por que alguns sofrem tanto e não entendem este mistério. A imensa maioria destas grandes dores de hoje, os cânceres e tantas doenças malignas que afligem as pessoas, surge como fruto do pecado de antigos membros daquela mesma família. Os que causaram estas dores, todos eles já foram para o Céu, muitos até sem merecer.

Isso porque Deus achou, adiante, naquela família uma alma vítima, que iria reparar os danos destes pecados antigos antigos. E devemos até agradecer por isso, sabendo que por uma alma que se perdeu, Deus jamais exigirá reparação. Sim, se alguém foi causa de condenação de uma alma, muito facilmente ela irá para o mesmo lugar.

Você dirá que isso é injusto, porque ignora outro mistério: tal alma sofredora, lá no íntimo se seu coração, no momento da centelha criadora aceitou, livremente, passar por aquelas dores, por amor, por puro amor. Em vista deste amor, os méritos destas almas reparadores são dos mais altos e na eternidade seu prêmio será infinito. Elas "ressuscitam" até mortos! Mortos da alma!

De fato, segundo sabemos, 15 minutos de dor de cabeça, aceitos por uma pessoa sem reclamar, podem evitar um ano inteiro de fogo do Purgatório. É bem mais fácil então pagar aqui esta conta, que esperar para depois. E as almas que foram resgatadas pelos sofrimentos das almas vítimas, saberão disso e lhes serão eternamente gratas. Esta é afinal a parte que nos cabe na maravilhosa engenharia da salvação de Deus. Ele já tem 99℅ das ovelhas em segurança, nossa luta é apenas para resgatar esta uma perdida.

Rezamos apenas para que tais almas reparadores tenham fortaleza para vencer estes desafios que salvam almas. Entre as ermidas, pode estar exatamente a nossa!





O EFEITO DA CONTRIBUIÇÃO






 O EFEITO DA CONTRIBUIÇÃO


O EFEITO DA CONTRIBUIÇÃO


Tendo, pois, por tentação caído em algum pecado mortal, devemos recorrer, quanto antes, ao Sacramento da Penitência. Não podendo, porém, na mesma hora encontrar um Sacerdote que nos perdoe, em nome de Jesus Cristo, nem por isso Deus quer que nos percamos. Neste caso, rezemos com toda devoção e com toda a dor de nossa alma um ato de contrição, apreendendo-nos de ter sido tão ingratos ao teu Pai que está no céu, e ao nosso Salvador, que por amor de nós morreu na cruz.

Façamos então o firme propósito de não ofender mais a Deus com nenhum pecado mortal, e de confessar sinceramente as nossas culpas a um seu ministro, quando nos for possível. Morrendo assim antes da Confissão, seremos salvos pela graça de Deus que recuperamos pelo arrependimento perfeito e pelo sincero desejo de nos confessarmos. Porque está escrito: "Um coração contrito e humilhado Deus não o desprezará." (Sl.50)

Ato simples de Contrição - Você pode usar também palavras espontâneas.

Meu Deus, eu me arrendo de todo o meu coração de Vos ter ofendido e procurarei nunca mais tornar a pecar. Meu Jesus, perdão e misericórdia.




A PENITÊNCIA


CONFESSIONÁRIO


A PENITÊNCIA


Depois que o sacerdote lhe deu a absolvição dos pecados, ele lhe dará uma penitência que pode ser algumas orações, uma obra de caridade, uma leitura da Bíblia, um Salmo. Então você deve procurar imediatamente cumprir este pedido, para não esquecer.

A penitência é de suma importância, porque ela irá suprir exatamente e reparar o dano que foi causado pelos pecados, já perdoados por Deus quanto à culpa. É que a perfeita justiça divina deve ser plenamente satisfeita, o que nem sempre acontece.

Muitas vezes a pessoa cumpre esta penitência de forma desleixada e sem amor, e disso resulta que não se completa a Justiça. Como a pessoa se esquece, deve saber que Deus não se esquece de nada. Restará então a tal pessoa pagar no Purgatório, logo depois da morte, o saldo das penas devidas para reparar plenamente os danos causados pelo seus pecados. Aqui é fácil pagar, lá no Purgatório é terrível!

Lembro que as oorações, os sacrifícios feitos por amor a Deus, as Santas Missas quando bem vividas, as dores e a cruz de cada dia aceitas com amor, sem reclamações e sem analgésicos, podem eliminar completamente a necessidade de Purgatório.

Quanto às orações, se você enche sua casa de Ave Maria, ela será sempre uma casa cheia de graças. E isso acabará por asfaltar seu caminho para o Céu, seu e de sua família. Rezem então, o Rosário em família! E nunca lhes faltará nada!


AGORA A CONFISSÃO III




 AGORA A CONFISSÃO  III


AGORA A CONFISSÃO

(III)


Como proceder agora? Siga ao confessionário, ajoelhe-se diante do sacerdote e faça o sinal da Cruz. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

Depois diga: Padre: dai-me a vossa bênção e absolvição por que eu pequei!

E a seguir diga: Minha ultima Confissão foi feita em... (diga quanto tempo faz).

Depois diga: meus pecados são os seguintes... (diga quais são, e enumere-os...).

Quando terminar diga: meus pecados foram estes, e deles humildemente peço perdão!

A seguir o sacerdote lhe fará um aconselhamento, que você deve ouvir com muita atenção, depois invocá sobre você a misericórdia divina e lhe dará a absolvição dizendo: Eu te absolvo de todos os teus pecados, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!
Você responde: Amém!



AGORA A CONFISSÃO II



AGORA A CONFISSÃO  II

AGORA A CONFISSÃO

(II)

Portanto, volto a afirmar: não existe confissão direta com Deus como o imaginam os protestantes. Jesus disse bem claro: àqueles a quem perdoares os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e a quem os retiverdes, serão retidos (São João 20, 23). O sacerdote então somente pode perdoar os pecados que ele ouve da boca do penitente, não aqueles que a pessoa retém. Nem Deus perdoa aqueles que ela nunca conta! Ou seja: a quem nunca confessa!

E atenção: Quando o sacerdote percebe a impenitência da pessoa, ele pode negar a absolvição. O padre Pio e o Cura de Ars, expulsavam do confessionário até 30% dos que lá vinham, com descaramento e cinismo, achando que o enganavam e também a Deus. Depois a maioria deles voltava bem contrito, e humilde, para se confessar bem.


Então nenhum de nós deve ter vergonha de se confessar, nem medo de que sua falta virá a ser do conhecimento de outros, porque o sacerdote faz voto de silêncio, e se obriga diante de Deus, por juramento, de jamais trair um segredo de confessionário, e isso nem diante da justiça humana. Deve-se confiar então, e humildemente ajoelhar-se aos seus pés.



AGORA A CONFISSÃO





AGORA A CONFISSÃO



AGORA A CONFISSÃO


O passo seguinte para a Confissão bem feita é dirigir-se ao sacerdote. Sabemos que existe hoje uma grande dificuldade para as pessoas, de contarem suas faltas. Isso de fato é próprio do ser humano: fácil pecar, difícil se humilhar confessando sua faltas. A gente não tem vergonha de cometer o pecado, mas o maligno nos faz ter vergonha de contá-lo. E muitas vezes aceitamos o jogo dele! Que fica rindo da nossa cara!

O sacerdote católico é a única pessoa na terra com autoridade de perdoar pecados - ele faz isso em nome de Deus - e isso não obstante ser ele também um pecador. Sabemos que somente Deus tem poder de perdoar pecados, entretanto quando Jesus instituiu este Sacramento, vivia entre os apóstolos, e perdoava diretamente.

Como não O temos hoje visível em pessoa, devemos recorrer aos modos que Ele tão bondosamente nos dispôs.

Mas atenção: Deus não vem ao encontro de quem não O procura, pois Ele respeita o nosso livre árbitro. Assim, quem quiser ficar distante de Deus, deve saber que Ele respeitará isto e ficará distante! E então, aguentem as consequências dos caminhos do mundo. E quem está fora da Igreja Católica, está perdido nos descaminhos do mundo. Se, pois ele deixou uma Igreja e instituiu um sacerdócio, é para que eles O representassem aqui na terra. De outra forma não adiante nem gritar, Deus não te ouve.





EXAME DE CONSCIÊNCIA



EXAME DE CONSCIÊNCIA



EXAME DE CONSCIÊNCIA


É a meditação consciente e compenetrada, de todos os pecados que a pessoa cometeu desde a última confissão, até naquela data. Significa fazer uma boa revisão de vida, à luz do Divino Espírito Santo, penetrando até no profundo da alma, sem esconder nada. É como ficar nu diante de si mesmo, e mostrar-se a Deus sem fingimentos ou justificativas.

(No caso, de a pessoa se lembrar de um pecado esquecido na última confissão deve observar isso ao seu confessor. E se a pessoa já mencionou tal pecado uma vez, não precisa repetir.)

Para mais facilmente recordá-los, leia atentamente, sempre refletindo, o seguinte resumo dos pecados mais comuns, e se possível escreva-os para não esquecer. Se lembrar de outros que não constam da lista abaixo, e que sua consciência o acusa, não deixe de anotar também.



SACRAMENTO DA PENITÊNCIA III





SACRAMENTO DA PENITÊNCIA   III


SACRAMENTO DA PENITÊNCIA

( III )

Há pessoas que não se perdoam, por exemplo! Como poderão pedir o perdão de Deus se não se aceitam? Tal  procedimento vem de satanás, que quer manter a pessoa escrava de si mesma e do pecado. Cuidado, pois!

A contrição significa o pesar profundo de ter ofendido a Deus e aos outros, no que também os prejudicamos. E é então preciso prometer sinceramente a Deus de que conhece nossa fraqueza, mas quer ver ver nosso esforço, pois só dele depende o perdão.

Devemos saber que o estado de pecado grave, impede a pessoa de receber um dos mais valiosos Sacramentos que é o da Comunhão, Eucaristia. Quem comunga em falta grave, de forma consciente, comete o sacrilégio, que é um pecado gravíssimo. Também o comete o Padre que celebra a Missa em estado de pecado mortal. Reze por estes!

Caso numa confissão normal, a pessoa esqueça um pecado grave, deve contá-lo ao sacerdote na próxima confissão, mencionado que involuntariamente o esqueceu. Para que isso não aconteça é preciso  que antes de fazer o exame de consciência a pessoa invoque as luzes do Espírito Espírito Santo. A Confissão deve ser levada muito a sério!


Entretanto, se um pecado grave foi realmente esquecido, ele fica perdoado pelo fato de a pessoa ter confessado os outros, desde que seja realmente por esquecimento.





SACRAMENTO DA PENITÊNCIA II


SACRAMENTO DA PENITÊNCIA

( II )


Esta fórmula da Igreja como já vimos antes, exige cinco requisitos: 1° - Exame de consciência; 2° - Arrependimento sincero; 3° - Firme promessa de emendar-se; 4°- Contar, humilde e sinceramente ao padre todos os pecados sem exceção; 5° - Cumprir fielmente a penitência imposta pelo confessor.

E mais: a falta de qualquer um deles invalida o Sacramento! E acontecem milhões de casos iguais! Há um ditado que diz: O inferno está cheio de pessoas que se confessam... MAL. Confissões mal feitas, até sacrílegas se ela vai com firme desejo de burlar as regras que a Igreja - e Deus - impõe para que ele seja válido.

O exame de consciência se faz com sinceridade, seriedade e sem falsos escrúpulos. Trata-se de fazer um balanço equilibrado e não tendencioso de como andam nossas irmãos, com a Igreja e até conosco mesmo.



SACRAMENTO DA PENITÊNCIA I



 SACRAMENTO DA PENITÊNCIA


SACRAMENTO DA PENITÊNCIA

( I )

O Sacramento da Penitência ou Confissão foi instituído por Jesus Cristo, para perdoar os pecados cometidos depois do Sacramento do Batismo. Este poder foi dado por Jesus somente aos apóstolos e seus sucessores - nossos sacerdotes - que recebem para isso da Igreja o Sacramento da Ordem. Todos os Sacramentos foram instituídos por Jesus, mas obedecem às fórmulas e aos designativos da Igreja Católica. Que acontece?

Com o pecado o homem perde a amizade de Deus e Dele se afasta. Mas pela Confissão ele pode recuperar esta amizade, desde que ela seja feita em contrição humilde e arrependimento sincero. 

Para isso a Santa Igreja determinou sabiamente a fórmula, mediante a qual nós podemos voltar agora satisfeitos e justificados ao convívio de Deus.


PECADO CONTINUADO II







PECADO CONTINUADO  II


PECADO CONTINUADO

( II )


Vejamos alguns casos. Não pode receber a absolvição todo aquele que:

1- Pertencer a alguma das sociedades secretas condenadas pela Igreja, tais como a maçonaria, a Rosa Cruz e outras congêneres, além de praticar ritos e seguir seitas orientais. A posição da Igreja Católica contra tais entidades é bem clara e nunca mudou, porque são incompatível com a fé cristã. E nunca serão!

2 - Frequentar o espiritismo, a macumba, a umbanda, o candomblé, mesa branca ou sarava, que são também incompatíveis com a fé cristã, porque lidam com os demônios e espíritos caídos. Se você vai buscar na casa do diabo a cura de seus males, não tenha o cinismo de vir pedir perdão a Deus se continua frequentando tais antros. Existem milhares de pessoas que se dizem católicos, mas agindo assim já estão fora da Igreja.

3 - Pertencer a uma partido político ou associação (ONG) cujos estatutos defendem o homossexualismo, o aborto, a contracepção e as uniões civis entre parceiros do mesmo sexo, ações estas contra a vida, e sem dúvida contra Deus. Esta determinação da Igreja é recente, e inclui o ato de votar nos candidatos destes partidos. A tese é bem simples: se você vota em tais pessoas, está autorizando a que elas continuem praticando tais atos, e criando leis de morte em seu nome. Todo bom católico deve então bani-los de suas vidas. Se ttodos noa fizéssemos aassim, tais partidos não vingariam!

4 - Negar sistematicamente os Dogmas da Igreja, e rejeitar partes importantes da Sã doutrina. Isso significa criar doutrina própria e, portanto tal pessoa já não mais pertence à Igreja. Na realidade isso implica na excomunhão automática de tal pessoa, o que a impossibilita de qualquer um dos sete sacramentos.

5 - Negar o primado de Pedro, negando-lhe também a filme obediênvia. Qualquer pessoa, seja leigo, padre ou bispo, que sistematicamente desobedece ao Papa, comete sacrilégio se tentar receber o Sacramento da Confissão. Jesus foi obediente até a morte!

OBSERVAÇÃO: Nestes casos acima, para que a pessoa volte ao convívio da Igreja, é preciso que ela abjure publicamente de suas heresias ou atividades escusas, e passe então humildemente pelo confessionário para acertar suas contas com Deus.






PECADO CONTINUADO ( I )






PECADO CONTINUADO




PECADO CONTINUADO

( I )


Devemos tomar muita atenção em mais alguns quesitos que tornam a recepção do sacramento inválida diante de Deus. Nestes casos, por desconhecer a verdade, o sacerdote pode até dar a absolvição aqui, mas isso não se confirma no Céu, porque existem precedentes invalidantes. A pessoa pode até tentar enganar o padre, mas não enganará a Deus.

Ou seja, trata-se de pecados resultantes de procedimentos, ou de pertenças, que mantém a pessoa vinculada a um pecado constante. Quer dizer que não adianta a pessoa pedir perdão de alguns dos seus pecados, se as situações em que ela vive a mantém sempre em falta grave. Nestes casos a confissão é sacrílega.




CONFISSÃO INVÁLIDA







CONFISSÃO INVÁLIDA



Lembre-se que uma confissão pode se inválida ou até mesmo sacrílega quando:


1. A pessoa omite um pecado mortal, seja por um exame de consciência feito de modo negligente, ou se isso acontece de forma intencional. Conta alguns pecados e oculta de propósito outros. Muitas almas já foram para o inferno por causa disso.

2.  A confissão se faz sem arrependimento e sem propósito sincero de emenda, pois estas são decisões que devem ser tomadas antes de confessar os pecados. Ela vai mais para se justificar, que para se declarar pecadora.

3.  Quando a pessoa confessar por modismo, para se parecer justa aos olhos dos homens, sem estar profundamente arrependida de sua falta, e sem prometer a Deus que vai lutar para emendar-se.

4.  Quando ela omite de propósito o número dos pecados mortais ou uma circunstância necessário. É preciso que a pessoa diga quantas vezes cometeu aquela falta grave.

5.  Quando já antes da absolvição, ela não tem vontade de cumprir a penitência. Tudo deve ser fielmente cumprido como manda a santa Madre Igreja.

6.  Quando a pessoa esconde do sacerdote o fato de viver amasiado, na situação que se chama de pecado continuado que impede a absolvição.

7.  Quando a pessoa simplesmente se nega a perdoar alguém, vivo ou falecido, não importa o que este lhe tenha feito. Se uma pessoa não dá o perdão também, e antes, de nada adianta ir ao confessionário, porque não receberá o perdão de Deus.

Jesus sempre nos diz: Quando você pode alguma coisa - alguma graça - para Deus, Ele te dirá: Como é que tens coragem de me pedir alguma coisa, se idéias aquela meu filhinho? Se não gostas daquele outro filhinho meu? Se não perdoas aquele outro meu filhinhos?...

Noutro dia uma pessoa me falou que sentia contínua vontade de confessar, e o padre já estava impaciente com ela. A certa altura ela me disse: Eu não consigo perdoar o meu sogro, que já faleceu! Então eu falei: Você sente vontade de confessar, porque está em pecado, pois todas as confissões que você tem feito ultimamente foram inválidas! Você não perdoa como quer receber o perdão! Então ela falou: Meu Deus, eu vou resolver isso já!


Disso devemos entender que absolvição não implica em automático ou compulsório perdão da falta, pois a pessoa deve cumprir todos os requisitos, para que o perdão ocorra na terra e no Céu. É preciso antes que o Sacramento seja ligado na terra, para que se confirme no Céu. E para liga no Céu, deve antes estar ligado aqui!












PECADO LEVE OU GRAVE? IV








PECADO LEVE OU GRAVE?

 ( IV )


De qualquer forma, sempre é bom manter a confissão em dia, de preferência mensal. Mesmo os pecados veniais devem ser confessados, porque o acúmulo deles na alma causa facilmente um entorpecimento, e se torna um trampolim para pecados graves.

De fato, um o acúmulo de pequenos defeitos, pode causar grande mal a uma alma. Por isso é também preciso que eles sejam confessados ao sacerdote, pois somente da confissão poderá lhe ser dada a justiça penitência que o confessor aplicará.

E que ninguém tente enganar a Deus, porque isso é falta gravíssima! Como também é falta grave, não procurar conhecer bem a Doutrina da Igreja quanto ao pecado, achando que assim se escapa da justiça divina.

Mais um alerta: Por favor, não atormentem a vida dos sacerdotes exigindo confissões diárias ou até semanais. Muitos padres perdem o amor pelo confessionário, exatamente pelos abusos de certas pessoas. Um coração realmente contrito sente quando de fato é hora de cair de joelhos diante do sacerdote. Este raramente comete pecados graves.






PECADO LEVE OU GRAVE? III






 PECADO LEVE OU GRAVE?



PECADO LEVE OU GRAVE?

( III )


E sobre este assunto do preceito dominical, é preciso saber que assistir Missa na TV não é válido para quem pode participar - tendo boa saúde - diretamente da Santa Missa aos Domingos e dias santificados. É preciso saber também que a Missa não perdoa pecados graves, apenas os leves. Caso haja contrição  verdadeira! 

Assim, quando se tem consciência plena de que algo ofende a Deus e aos irmãos, mesmos parecendo coisa insignificante, é sempre falta grave. Já o cair por fraqueza e sem ter consciência plena da gravidade da falta é pecado venial, ou leve Isso, no fundo mesmo somente Deus sabe avaliar com precisão. E Sua justiça perfeita não falha!





PECADO LEVE OU GRAVE? II










PECADO LEVE OU GRAVE?


( II )


Pois a mesma coisa acontece com a mentira, com o adultério e com o sexo fora do casamento: uma coisa é cair por fraqueza, depois de muita luta! Outra é desejar com ardor e malícia, tendo consciência plena de que aquilo ofende a Deus e aos irmãos. Digamos: eu planejo matar alguém, o que seria diferente de matar em legítima defesa!

Também quando aos mandamentos da Igreja se dá o mesmo: faltar a Missa aos Domingos, sem motivo grave ou de força maior, é sempre pecado grave, que proíbe a pessoa de se aproximar da mesa da Eucaristia! E bilhões de católicos fazem isso! Quando, tal como diz São Paulo na carta aos ( I Coríntios 11, 27 ): Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor. 

Outro mandamento da Igreja OBRIGA todo fiel a confessa-se pelo menos uma vez a cada ano. Ora temos milhões de "católicos" que passam décadas sem se confessar. E com o maior cinismo, continuam participando da Eucaristia. Resultando: são cometidos bilhões de sacrilégio! Recebem Jesus indignamente, comendo e bebendo sua condenação!






PECADO LEVE OU GRAVE? I







 PECADO LEVE OU GRAVE?



PECADO LEVE OU GRAVE?

( I )




Outra grande dificuldade da imensa maioria dos católicos é saber se um pecado é grave ou leve. Ou como alguns definem: se é mortal ou venial.

O grande diferencial entre uma falta e outra está na livre decisão, no conhecimento perfeito da pessoa. Está em ter consciência ou não daquela falta, em querer cometer o pecado sabendo que ofende a Deus e prejudica alguém. E para isso não conta o volume. Digamos assim: se você tem plena consciência de que que roubar é pecado, não importa se você furta 10 centavos ou 10 mil reais. Ambos são pecados graves!

Mas digamos que você tem a doença da cleptomania, e que luta contra ela. Ou que você pegue este dinheiro de forma fortuita e "sem querer". Trata-se então de falta leve! Mas, em ambos os casos, você está obrigado a devolver a quantia, ou até mesmo se tirou sem querer, passará a ser falta grave. Sim, mas você deve lutar contra esta doença, senão não existe justificativa! Se o doente cleptomaníaco roubou e não devolveu quando a sua consciência acusar, estará sim em pecado grave. E assim com todos os tipos de pecados.




O QUE É O PECADO? VI







O QUE É O PECADO?



O QUE É O PECADO?

( VI )



Resta então, quase sempre, ainda um saldo de dano a ser reparado reparado. A soma destes danos e a gravidade deles é que vai determinar o tipo de expiação exigida e a duração das penas do Purgatório. Assim, se a pessoa não reza o suficiente em vida, para obter as "pedras" ou as "graças" capazes de saldar aqui na terra todas as suas dívidas, quando vai à eternidade precisa antes expiar essas faltas.

Eis então que a espera o Purgatório. Como ali, ela não pode rezar por si mesma, torna-se um "mendiga" de graças, se não rezam daqui por ela. Se pessoas rezam por ela, vai ao céu mais rápido! Se não rezam ela pode passar séculos lá! É o que acontece com muitos protestantes, que rezam pelas almas. 

Vê-se então que o Purgatório, longe de ser um castigo, é um verdadeiro abismo da divina misericórdia, pois se o Pai não permitisse este intercâmbio incrível de graças, entre padecentes, glorifica dos e nós os militantes, quase não haveria santos no céu.
Mas almas condenadas haveria, e muitas!






O QUE É O PECADO? V







   O QUE É O PECADO?




O QUE É O PECADO?

( V )



O dano: Ora, sabemos que o pecado é a causa de todo o mal. Quer dizer, o pecado de cada um de nós é fonte do mal que acontece a todos, pois se não houvesse nenhum pecado no mundo, não haverá mal nem maldade, nem dor e nem doença em pessoa alguma. Como consequência, mesmo depois de o pecado ter sido confessado ao sacerdote, e absolvido em nome de Deus quanto à culpa, resta ainda o dano a ser reparado.

A Justiça Divina
precisa então ser satisfeita, pela reparação completa do mal causado aos irmãos. E isso nem sempre se consegue apenas pelo cumprimento da penitência imposta pela sacerdote. Porque quase nunca ela é cumprida com devoção, nem há uma contrição verdadeira, nem um arrependimento profundo ou promessa radical de mudança de vida. A maioria das poucas confissões de hoje, é mecânica, apressada e mal feita!