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domingo

SANTIFICAÇÃO DO SÁBADO OU DOMINGO?



 SANTIFICAÇÃO DO SÁBADO OU DOMINGO?


SANTIFICAÇÃO DO SÁBADO OU DOMINGO?


A Bíblia ordena (Êxodo 20, 8): "Lembra-te de santificar o dia de Sábado." Por que, então, os católicos guardam o Domingo?

RESPOSTA: Em (Marcos 2, 27-28): Afirma Jesus: "O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sado. Por isso o FILHO DO HOMEM É SENHOR TAMBÉM DO SÁBADO." Sendo, pois, Senhor do sábado, Jesus TRANSFERIU A SANTIFICAÇÃO DESTE DIA PARA DOMINGO, o dia da sua Ressurreição e da vinda do Espírito Santo à Igreja da Nova e Eterna Aliança, como o atesta toda a tradição cristã. (Marcos 16, 9): TENDO JESUS RESSUSCITADO DE MANHÃ, NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA apareceu primeiramente a Maria de Magdala, de quem tinha expulsado sete demônios. (Atos 2, 1): Chegando o dia Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.

Provas indiretas da santificação do Domingo já no tempo dos Apóstolos (Atos 20, 7): "NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA (DOMINGO), estando nós reunidos para a fração do pão (SANTA MISSA), Paulo falava [...]"

No último livro da Bíblia, no (Apocalipse 1, 10): São João Evangelista já usa a nova denominação cristã, "DOMINGO" - "DIA DO SENHOR," em lugar do Judaico "primeiro dia da semana," testemunhando de que já naquela época os cristãos celebravam este dia, chamando-o de "DIA DO SENHOR - RESSUSCITOU."

Quando todos os biblistas estão de acordo como os cientistas, de que os sete dias bíblicos da crianção, não eram 7 dias de 24 horas, mas 7 dias, épocas, de milhares de anos. E não existe povo ou cultura, que possa historicamente provar, qual dia da nossa semana era o 1° dia. O "Sábado" bíblico, na língua hebraica, está relacionado com "DESCANSO" e com "SÉTIMO" dia. Daí a intenção do Autor da Bíblia era: ordenar à humanidade que trabalhasse durante seis dias e descansasse no sétimo, dedicando-o em sua hora. Por isso a Igreja Católica respeita os muçulmanos que celebram "o sétimo dia do descanso" no nossa Sexta-feira; como também os Judeus que o celebram no sábado. Enquanto os cristãos, desde primeiro século, escolheram para o dia do descanso, O DIA HISTÓRICO DE DOMINGO, O DIA DA "NOVA CRIAÇÃO" EM HORA DO "NOVO ADÃO, RESSUSCITADO" - JESUS CRISTO.



segunda-feira

O ESTADO DA HUMANIDADE RESSUSCITADA DE CRISTO




 O ESTADO DA HUMANIDADE RESSUSCITADO DE CRISTO


O ESTADO DA HUMANIDADE RESSUSCITADA DE CRISTO


(Cat, §645): Jesus ressuscitado estabelece com seus discípulos relações diretas, em que estes o apalpam e com Ele comem. Convida-os, com isso, a reconhecer que Ele não é um espírito, mas sobretudo a constatar que o corpo ressuscitado como o qual Ele se apresenta a eles é o mesmo que foi martirizado e crucificado, pois ainda traz as marcas de sua paixão. Contudo, este corpo autêntico e real possui, ao mesmo tempo, as propriedades novas de um corpo glorioso: não está mais situado  no espaço e no tempo, mas pode tornar-se presente a seu modo,  onde e quando quiser, pois sua humanidade não pode mais ficar presa à terra, mas já pertence exclusivamente ao domínio divina do Pai. Por esta razão também Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer como quiser: sob a aparência de um jardineiro ou "de outra forma" (Marcos 16, 12), diferente das que eram familiares aos discípulos, e isto precisamente para suscitar-lhe a fé. 

(Cat, §646): A Ressurreição de Cristo não constituiu uma volta à vida terrestre, como foi a caso das ressurreições que Ele havia realizado antes da Páscoa: a filha de Jairo, o jovem de Naim e Lázaro. Tais fatos eram acontecimentos miraculosos, mas as pessoas contempladas pelos milagres voltavam simplesmente à vida terrestre "ordinária" pelo poder de Jesus. Em determinado momento, voltariam a morrer. A Ressurreição de Cristo é essencialmente diferente. Em seu corpo ressuscitado, Ele passa de um estado de morte para outra vida, para além do tempo e do espaço. Na Ressurreição, o corpo de Jesus é repleto do poder do Espírito Santo; participa da vida divina no estado  de sua glória, de modo que Paulo pode chamar a Cristo de "o homem celeste.




quinta-feira

AS APARIÇÕES DO RESSUSCITADO


AS APARIÇÕES DO RESSUSCITADO



AS APARIÇÕES DO RESSUSCITADO


(Cat, §641): Maria de Magdala e as santas mulheres, que vinham terminar de embalsamar o corpo de Jesus, sepultado às pressas, devido à chegada do Sábado, na tarde da Sexta-feira Santa, foram as primeiras a encontrar o Ressuscitado. Assim, as mulheres foram as primeiras mensageiras da Ressurreição de Cristo para os próprios apóstolos. Foi a ales que Jesus apareceu em seguida, primeiro a Pedro, depois aos Doze. Pedro, chamado a confirmar a fé de seus irmãos, vê, portanto, o Ressuscitado antes deles, e é baseada no testemunho dele que a comunidade exclama: "É verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão." (Lucas 24, 34).

 (Cat, §642): Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de modo particular Pedro, para a construção da era nova que começou na manhã de Páscoa. Como testemunhas do Ressuscitado, são eles as pedras de fundação de sua Igreja. A fé da primeira comunidade dos crentes tem por fundamento o testemunho de homens concretos, conhecidos dos cristãos e, na maioria dos casos, vivendo ainda entre eles. Estas "testemunhas da Ressurreição de Cristo" são, antes de tudo, Pedro e os Doze, mas não somente eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos. 

(Cat, §643): Diante desses testemunhos é impossível interpretar a Ressurreição de Cristo fora da ordem física e não reconhecê-la como um fato histórico. Os fatos mostram que a fé dos discípulos foi submetida à prova radical da paixão e morte na cruz de seu Mestre, anunciada antecipadamente por Ele. O abalo provocado pela Paixão foi tão grande que os discípulos (pelo menos alguns deles) não creram de imediato na notícia da ressurreição. Longe de nos falar de uma comunidade tomada de exaltação mística, os Evangelhos nos apresentam os discípulos abatidos, "com o rosto sombrio" (Lucas 24, 17) e assustados. Por isso não acreditaram nas santas mulheres que voltavam do sepulcro, e "as palavras delas pareceram-lhes desvario." (Lucas 24, 11). Quando Jesus se manifesta aos onze na tarde da páscoa, "censura-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não haviam dado crédito aos que tinham visto o Ressuscitado." (Marcos 16, 14). 

(Cat, §645): Mesmo confrontados com a realidade de Jesus ressuscitado, os discípulos ainda duvidam, a tal ponto que o fato lhes parece impossível: pensam estar vendo um espírito. "Por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam perplexos." (Lucas 24, 41). Tomé conhecerá a mesma provação da dúvida, e quando da última aparição na Galileia, contada por Mateus, "alguns, porém, duvidaram." (Mateus 28, 17). Por isso, a hipótese segundo a qual a ressurreição teria sido um "produto" da fé (ou da credulidade) dos apóstolos carece de consistência. Muito pelo contrário, a fé que tinham na Ressurreição nasceu - sob a ação da graça divina - da experiência direta da realidade de Jesus ressuscitado.




domingo

JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA





 JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA



JESUS CRISTO DESCEU AOS INFERNOS, RESSUSCITOU DOS MORTOS NO TERCEIRO DIA


(Cat, §631): "Jesus desceu às profundezas da terra. Aquele que desceu é também aquele que subiu." (Efésios 4, 9-10). O Símbolo dos Apóstolos e sua Ressurreição dos mortos no terceiro dia, porque em sua Páscoa é do fundo da morte que ele fez jorrar a vida: Cristo, teu Filho, que, retornado dos Infernos, brilhou sereno para o gênero humano, e vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém. CRISTO DESCEU AOS INFERNOS (Cat, §632): As frequentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus "ressuscitou dentre os mortos." (1 Coríntios 15, 20). pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados.

 (Cat, §633): A Escritura denomina a Morada dos Mortos, para a qual Cristo morto desceu, de os Infernos, o sheol ou o Hades, visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos, maus ou justos, a espera do Redentor - o que não significa que a sorte deles seja idêntica, como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no "seio de Abraão." São precisamente essas almas santas, que esperavam seu Libertador no seio de Abraão, que Jesus libertou ao descer aos Infernos. Jesus não desceu aos Infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para liberta os justos que o haviam precedido. 

(Cat, §634): "A Boa-Nova foi igualmente anunciado aos mortos [...]" (1 Pedro 4, 6). A descida aos Infernos é o cumprimento, até sua plenitude, do anúncio evangélico da salvação. É a fase última da missão messiânica de Jesus, fase condensada no tempo, mas imensamente vasta em significação real de extensão da obra redentora a todos os homens de todas os tempos e de todos os lugares, pois todos os que são salvos se tornaram participantes da Redenção. Cristo desceu, portanto, no seio da terra, a fim de que "os mortos ouçam a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem vivam." (João 5, 25). 

Jesus, "o Príncipe da vida, destruiu pela morte o dominador da morte, isto é, o Diabo, e libertou os que passaram toda a vida em estado de servidão, pelo temor da morte." (Hebreus 2, 14-15). A partir de agora, Cristo ressuscitado "detém a chave da morte e Hades" (Apocalipse 1, 18), e "ao  nome de Jesus todo joelho se dobra no Céu, na Terra e nos Infernos." (Filipenses 2, 10). Um grande silêncio reina hoje na terra, um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o Rei dorme. A terra tremeu e acalmou-se porque Deus adormeceu na carne e foi acordar os que dormiam desde séculos [...] Ele vai procurar Adão, nosso primeiro Pai, a ovelha perdida. Que ir visitar todos os que se assentaram  nas trevas e à sombra da morte. Vai libertar de sua dores aqueles dos quais é filho. Levanta-te, tu que dormes, pois não te criei para que fiques  prisioneiro do Inferno. Levanta-te dentre os mortos, eu sou a Vida dos mortos.

 (Cat, §636): NA EXPRESSÃO "JESUS DESCEU À MANSÃO DOS MORTOS," O SÍMBOLO CONFESSA QUE JESUS MORREU REALMENTE E QUE, POR SUA MORTE POR NÓS, VENCEU A MORTE E O DIABO, "O DOMINADOR DA MORTE." (Hebreus 2, 14). (Cat, §637): O CRISTO MORTO, EM SUA ALMA UNIDA À SUA PESSOA DIVINA, DESCEU À MORADA DOS MORTOS. ABRIU AS PORTAS DO CÉU AOS JUSTOS QUE O HAVIAM PRECEDIDO.







quarta-feira

O TÚMULO VAZIO







O TÚMULO VAZIO



O TÚMULO VAZIO



(Cat, §640): "Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não está aqui; ressuscitou." (Lucas 24, 5-6). No quadro dos acontecimentos da Páscoa, o primeiro elemento com que se depara é o sepulcro vazio. Ele não constitui em si uma prova direta. A ausência do corpo de Cristo no túmulo poderia explicar-se de outra forma, Apesar disso, o sepulcro vazio constitui para todos um sinal essencial. Sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo para o reconhecimento do próprio fato da Ressurreição. Este é o caso das santas mulheres, em primeiro lugar, em seguida de Pedro. "O discípulo que Jesus amava" (João 20, 2) afirma que, ao entrar no túmulo vazio e ao descobrir "os panos de linho no chão" (João 20, 6), "viu e creu." Isto supõe que ele tenha constatado, pelo estado do sepulcro vazio, que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia simplesmente retomada a vida terrestre, como tinha sido o caso de Lázaro.




sábado

NO TERCEIRO DIA RESSUSCITOU DOS MORTOS



NO TERCEIRO DIA RESSUSCITOU DOS MORTOS


(Cat, §638): "Anunciamo-vos a Boa-Nova: a promessa, feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus." (Atos 13, 32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal. CRISTO RESSUSCITOU DOS MORTOS. POR SUA MORTE VENCEU A MORTE, AOS MORTOS DEU A VIDA. (Cat, §639): O mistério da Ressurreição de Cristo é um acontecimento real que teve manifestações historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já São Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: "Eu vos transmiti [...] o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze." (1 Coríntios 15, 3-4): O apóstolo fala aqui da VIVA TRADIÇÃO DA RESSURREIÇÃO, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de Damasco.





quarta-feira

SEPULTADOS COM CRISTO






 SEPULTADOS COM CRISTO



SEPULTADOS COM CRISTO




(Cat, §628): O Batismo, cujo sinal original e pleno é a imersão, significa eficazmente a descida ao túmulo do cristão que morre para o pecado com Cristo em vista de uma vida nova: "Pelo Batismo nós fomos sepultados com Cristo na morte, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos vida nova." (Romanos 6, 4). (Cat, §629): EM BENEFÍCIO DE TODO HOMEM, JESUS EXPERIMENTOU A MORTE. FOI VERDADEIRAMENTE O FILHO DE DEUS FEITO HOMEM QUE MORREU E QUE FOI SEPULTADO. (Cat, §630): DURANTE A PERMANÊNCIA DE CRISTO NO TÚMULO, SUA PESSOA DIVINA CONTINUOU A ASSUMIR TANTO A SUA ALMA COMO O SEU CORPO DE CRISTO MORTO "NÃO VIU A CORRUPÇÃO." (Atos 13, 37).


 (1 Coríntios 15, 51-55): Eis que vos revelo um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta (porque a trombeta soará). Os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 É necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade , e que este corpo mortal se revista da imortalidade. 54 Quando este corpo corruptível estiver revestido da incorruptibilidade, e quando este corpo mortal estiver revestido da imortalidade, então se cumprirá a palavra da Escritura: 55 A MORTE FOI TRAGADA PELA PELA VITÓRIA (Isaías 25, 8): e fará desaparecer a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e tirará de toda a terra o opróbrio que pesa sobre o seu povo, porque o Senhor o disse. 


(1 Coríntios  15, 55): ONDE ESTÁ, Ó MORTE, A TUA VITÓRIA? ONDE ESTÁ, O MORTE, O TEU AGUILHÃO (Oséias 13, 14): E eu o libertaria do poder da região dos mortos, isentá-lo-ia da morte? Onde estão tuas calamidades, ó Morte? Região dos mortos, onde está o teu flagelo destruidor? Não vejo arrependimento. (1 Coríntios 15 56-57): Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 57 Graças, porém, sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo!





domingo

NÃO DEIXARÁS TEU SANTO VER A CORRUPÇÃO





  NÃO DEIXARÁS TEU SANTO VER A CORRUPÇÃO


NÃO DEIXARÁS TEU SANTO VER A CORRUPÇÃO



(Cat, §627): A Morte Cristo foi uma Morte verdadeira enquanto pôs fim à sua existência humana terrestre. Mas, devido à união que a pessoa do Filho manteve com o seu corpo, não estamos diante de um cadáver como os outros, porque "não era possível que a morte o retivesse em seu poder." (Atos 2, 24): Mas Deus o ressuscitou, rompendo os grilhões da morte, porque não era possível que ela o retivesse em seu poder. E porque "a virtude divina preservou o corpo de Cristo da corrupção." Sobre Cristo pode-se dizer ao mesmo tempo: "Ele foi eliminado da terra dos vivos." 

(Isaías 53, 8): Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Que pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morte pelo pecado de meu povo? E "Minha carne repousará na esperança, porque não abandonarás minha alma no Hades, nem permitirás que teu Santo veja a corrupção." (Atos 2, 26-27). A Ressurreição de Jesus "no terceiro dia." (1 Coríntios 15, 4). (Lucas 24, 46): Assim é que está escrito, e assim era necessário que Cristo padecesse, mas que ressurgisse dos mortos ao terceiro dia. Foi a prova disso, pois se pensava que a corrupção se manifestaria a partir do quanto dia.




sábado

JESUS CRISTO FOI SEPULTADO







JESUS CRISTO FOI SEPULTADO



JESUS CRISTO FOI SEPULTADO



(Cat, §624): "Pela graça de Deus, Ele provou a morte em favor de todos os homens." (Hebreus 2, 9). Em seu projeto de salvação, Deus dispôs que seu Filho não somente "morresse por nossos pecados." (1 Coríntios 15, 3). Mas também que "provasse a morte," isto é, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado do Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida aos Infernos. É o mistério do Sábado Santo, em que o Cristo depositado no túmulo manifesta o grande descanso sabático de Deus depois da realização da salvação dos homens, que confere paz ao universo inteiro.

 (Cat, §625): CRISTO COM SEU CORPO NA SEPULTURA. A permanência de Cristo no túmulo constitui o vínculo  real entre o estado passível de Cristo antes da Páscoa e seu atual estado glorioso de Ressuscitado. É a mesma pessoa do "Vivente" que pode dizer: "Estive morto, mais eis que estou vivo pelos séculos dos séculos." (Apocalipse 1, 18). Deus [o Filho] não impediu a morte de separar a alma do corpo, segundo a ordem necessária à natureza, mas os reuniu novamente um ao outro pela Ressurreição, a fim de SER ELE MESMO EM SUA PESSOA O PONTO DE ENCONTRO DA MORTE E DA VIDA, sustando nele a decomposição da natureza, produzida pela morte, e tornando-se ele mesmo princípio de reunião para as partes separadas. 

Visto que o "Príncipe da vida" que mataram é o mesmo "Vivente que ressuscitou" é preciso que a Pessoa Divina do Filho de Deus tenha continuado a assumir sua alma e seu corpo separados entre si pela morte: Pelo fato de que na morte de Cristo a alma tenha sido separada da carne, a única pessoa não foi dividida em duas pessoas, pois o corpo e a alma de Cristo existiram da mesma forma desde o início na pessoa do verbo; e na Morte, embora separados um do outro, ficaram cada um com a mesma e única pessoa do Verbo.





sexta-feira

NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SACRIFÍCIO DE CRISTO







  NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SACRIFÍCIO DE CRISTO


NOSSA PARTICIPAÇÃO NO SACRIFÍCIO DE CRISTO


(Cat, §618): A Cruz é o único sacrifício de Cristo, "único mediador entre Deus e os homens." Mas pelo fato de que, em sua Pessoa Divina encarnada, "de certo modo uniu a si mesmo todos os homens, oferece a todos os homens, de uma forma que Deus conhece, a possibilidade de serem associados ao Mistério Pascal." Chama seus discípulos a "tomar sua cruz e a segui-lo," pois "sofreu por nós, deixou-nos um exemplo a fim de que sigamos seus passos." 

Quer associar a seu sacrifício redentor aqueles mesmos que são os primeiros beneficiários dele. Isto realiza-se de maneira suprema em sua Mãe, associada mais intimamente do que qualquer outro ao mistério de seu sofrimento redentor. Fora da Cruz não existe outra escada por onde subir ao céu. 

(Cat, §619): "CRISTO MORREU POR NOSSOS PECADOS, SEGUNDO AS ESCRITURAS." (1 Coríntios 15, 3). (Cat, §620): NOSSA SALVAÇÃO DERIVA DA INICIATIVA DE AMOR DE DEUS PARA CONOSCO, POIS "FOI ELE QUEM NOS AMOU E ENVIOU SEU FILHO COMO VÍTIMA DE EXPIAÇÃO POR NOSSOS PECADOS." (1 João 4, 10). "FOI DEUS QUE EM CRISTO RECONCILIOU O MUNDO CONSIGO." (2 Coríntios 5, 19). (Cat, §621): JESUS OFERECEU-SE LIVREMENTE POR NOSSA SALVAÇÃO. ESTE DOM, ELE O SIGNIFICA E O REALIZA POR ANTECIPAÇÃO DURANTE A ÚLTIMA CEIA: "ISTO É MEU CORPO, QUE SERÁ DADO POR VÓS." (Lucas 22, 19). (Cat, §622): NISTO CONSISTE A REDENÇÃO DE CRISTO: ELE "VEIO DAR A SUA VIDA EM RESGATE POR MUITOS." (Mateus 20, 28). ISTO É, "AMOR OS SEUS ATÉ O FIM". (João 13, 1). PARA QUE SEJAIS "LIBERTADOS DA VIDA FÚTIL QUE HERDASTES DE VOSSOS PAIS." (Cat, §623): POR SUA OBEDIÊNCIA DE AMOR AO PAI, "ATÉ A MORTE DE CRUZ. (Filipenses 13, 1). JESUS REALIZOU SUA MISSÃO EXPIADORA DO SERVO SOFREDOR QUE "JUSTIFICARÁ A MUITOS E LEVARÁ SOBRE SI AS SUAS TRANSGRESSÕES.





NA CRUZ, JESUS CONSUMA SEU SACRIFÍCIO




   NA CRUZ, JESUS CONSUMA SEU SACRIFÍCIO




NA CRUZ, JESUS CONSUMA SEU SACRIFÍCIO


(Cat, §616): É "o amor até o fim" que confere o valor de redenção e de reparação, de expiação e de satisfação ao sacrifício de Cristo. Ele nos conheceu a todos e amou na oferenda de sua vida. "A caridade de Cristo nos compele quando consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte, todos morreram." (2 Coríntios 5, 14). Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homem e de oferecer-se em sacrifício por todos. A existência em Cristo da Pessoa Divina do Filho, que supera e, ao mesmo tempo, abraça todas as pessoas humanas, e que o constitui Cabeça de toda a humanidade, torna possível se sacrifício redentor POR TODOS. 

(Cat, §617): "SUA SANCTISSIMA PASSIONE IN LIGNO CRUCIS NOBIS IUSTIFICATIONEM MERUIT- Por sua santíssima Paixão no madeiro da cruz mereceu-se a justificação," ensina o Concílio de Trento, sublinhando. E a Igreja venera a Cruz, cantando: "O CRUX, AVE, SPES UNICA - Salve, o Cruz, única esperança. "Sabedoria do mundo e loucura da cruz." (1 Coríntios 1, 18): A LINGUAGEM DA CRUZ É LOUCURA PARA OS QUE SE PERDEM, MAS' PARA OS QUE FORAM SALVOS, PARA NÓS, É UMA FORÇA DIVINA. (1 Coríntios 1, 23): MAS NÓS PREGAMOS CRISTO CRUCIFICADO, ESCÂNDALO PARA OS JUDEUS E LOUCURA PARA OS PAGÃOS.






A MORTE DE CRISTO É O SACRIFÍCIO ÚNICO E DEFINITIVO





 A MORTE DE CRISTO É O SACRIFÍCIO ÚNICO E DEFINITIVO


A MORTE DE CRISTO É O SACRIFÍCIO ÚNICO E DEFINITIVO


(Cat, §613): A morte de Cristo é ao mesmo tempo o SACRIFÍCIO  pascal, que realiza a redenção definitiva dos homens pelo "cordeiro que tira o pecado do mundo, e o SACRIFÍCIO DA NOVA ALIANÇA, que reconduz o homem à comunhão com Deus, reconciliando-o com ele pelo "sangue derramado por mutos para remissão dos pecados." 

(Cat, §614): Este sacrifício de Cristo é único. Ele realiza e supera todos os sacrifícios. Ele é primeiro um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega seu Filho para reconciliar-nos consigo. É ao mesmo oferenda do Filho de Deus feito homem, o  qual livremente e por amor, oferece sua vida a seu Pai pelo Espírito Santo, para repara nossa desobediência.

(Isaías 53, 4-12): Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado. 5 Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças suas chagas. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sore ele o castigo das faltas de todos nós. 7 Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. (ELE NÃO ABRIU A BOCA.) 8 Por um iníquo julgamento foi arrebatado. que pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo? 9 Foi-lhe dado sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira. 10 Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias, e a vontade do Senhor será por ele realizada. 11 Após suportar em sua pessoa os tormentos, alegrar-se-á de conhecê-lo até o enlevo. O Justo, meu Servo, justificara muitos homens, e tomará sore si suas iniquidades. 12 Eis por que lhe darei parte com os grandes, e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio de sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens, e intercedendo pelos culpados.







terça-feira

PREGAMOS CRISTO CRUCIFICADO


PREGAMOS CRISTO CRUCIFICADO


PORQUE: (1Cor 1, 23) "MAS NÓS PREGAMOS CRISTO CRUCIFICADO,
ESCÂNDALO PARA OS JUDEUS E LOUCURA PARA OS PAGÃOS"


Crucifixo (Cruz de Cristo) é uma simbolo de veneração, 
que foi iniciado pelo cristão
durante o período após a crucificação de Jesus Cristo.

O DIABO E OS PROTESTANTES ODEIAM A CRUZ.

O APÓSTOLO PAULO PROFETIZOU E REGISTROU: 

"Porque há muitos por ai, de quem
repetidas vezes vos tenho falado e agora o digo chorando, 
que se portam como inimigos
da CRUZ DE CRISTO, cujo destino é a perdição,cujo deus é o
ventre, para quem a próprio ignomínia é causa de envaidecimento,
e só têm prazer no que
é terreno." (Fl 3, 18-19).
"A linguagem da CRUZ é loucura para os que se perdem,
 mas para os que foram salvos,
para nós, é uma força divina." (1Cor 1, 18).
"Quando a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, 
a não ser na CRUZ de nosso SENHOR
JESUS CRISTO, pela qual o mundo está crucificado
 para mim e eu para mundo." (Gl 6, 14).
SOBRE O INIMIGO - "Espoliou os principados e potestades, 
e os expôs ao ridículo, TRIUNFANDO DELES PELA CRUZ." (Colossenses 2, 15).